Categoria: TV, Cinema e Séries

POR: Paulo Rezende

Setenta e cinco anos é o tempo que demorou pra esse filme sair. Na verdade, há exatos 75 anos uma das personagens mais icônicas e importantes no mundo dos quadrinhos era introduzida ao público. E, depois de várias tentativas de adaptar sua história para séries e filmes de TV, finalmente temos o prazer de ver a Mulher-Maravilha arrebentando nas telonas do cinema. E olha, vou te contar: em um mundo cheio de filmes supérfluos e repletos de heróis ultra saturados como os Homens-Aranha, Batmans e Super Homens da vida, é realmente muito incrível ver que o universo cinematográfico da DC finalmente tenha se encontrado ao colocar uma personagem feminina como destaque de um longa. Em um meio hiper masculino, onde reinam os homens bombados e donzelas sensuais e indefesas, é justamente uma mulher que chega pra salvar esse gênero de filmes do buraco. E isso é simplesmente incrível!

O filme é estrelado pela maravilhosa Gal Gadot e dirigido por Patty Jenkins, outra moça super talentosa envolvida nesse projeto mega empoderado. Nele, acompanhamos a história da origem de Diana Prince (a.k.a. a Mulher-Maravilha), a heroína que nasceu e cresceu como a princesa da ilha de Themyscira. O lugar é um paraíso isolado do mundo dos homens, criado por antigos Deuses gregos. Lá vive um grupo super diversificado de guerreiras Amazonas superumanas, criando assim um universo mergulhado numa inegável vibe de Xena a Princesa Guerreira que eu tanto amo.

Tudo isso muda e passa a ser ameaçado com a chegada de um piloto que cai na ilha devido a um misterioso acidente de avião. Seria essa uma indireta pra sugerir que homem só serve pra estragar tudo? Não sei, fica a seu critério decidir depois de assistir ao filme todo. Hahahaha!

POR: Paulo Rezende

Lá estava eu, uma semana antes da aguardada pré-estréia de um dos filmes mais esperados do ano por esse aqui que vos escreve. Rezando pro limite do cartão de crédito ainda não ter estourado (rs, quem nunca?), consegui garantir meu lugarzinho pra ver toda a gritaria e dedo no cu que Alien: Covenant vinha prometendo com seus trailers e divulgações promocionais. Veja bem, os filmes de Alien (em sua maioria) são de longe os meus favoritos do gênero de ficção científica, e as tentativas de não criar muitas expectativas em cima de mais um filme da saga foram inúteis. Eu podia simplesmente gritar de alegria quando chegou a hora de sentar e assistir. Podia, mas não foi muito bem o que rolou.

O filme é uma sequência do meu queridinho e confuso Prometheus, que por sua vez é antecessor do classicão Alien de 1989. Covenant dá nome à nave espacial central da história, e acompanha sua tripulação em uma expedição interplanetária com o objetivo de colonizar com vida humana um novo planeta. No meio do caminho, antes de encontrarem o seu destino final, eles acabam esbarrando em outro planeta com condições de vida ainda melhores. É aqui que a coisa começa a piorar para a tripulação e para os fãs que acompanham a telona com as mãos sujas de pipoca.

POR: Paulo Rezende

Finalmente chegamos no dia mais esperado da semana: sexta-feira! Yay! E enquanto a maioria de vocês já está planejando em qual bar ir hoje a noite, além de se preparar pra curtir o fim de semana cheio de agitação, euzinho aqui só estou planejando quais filmes e séries vou colocar numa playlist pra poder assistir sem nem ter que me levantar pra trocar o arquivo no computador. Hahahaha!

E como já deu pra perceber que uma das minhas coisas favoritas de se fazer no meu tempo livre é assistir a novos filmes, é claro que eu não podia deixar de vir aqui compartilhar com vocês dois filmes que já estou mega ansioso pra que cheguem logo às telonas ou ao torrent, o que for mais rápido. Os dois filmes são de terror, um dos meus gêneros favoritos, então se você também curte levar uns sustos pra borrar as calças tudo, pega a pipoca e vem comigo porque esses dois aí embaixo prometem uma cagação garantida!

Acho que estou empolgado pra assistir à esses dois filmes não só por eles serem de terror, mas sim por serem daquele tipo de filme com câmera na mão, com uma pegada de documentário amador que dá muito errado. Tipo A Bruxa de Blair (que morro de medo até hoje, mesmo já tendo visto umas três vezes), sabe? Inclusive, um deles é do mesmo diretor. Mas chega de falação, e vamos logo ao que interessa! <3