POR: Paulo Rezende

Nessa minha nova fase tentando abaixar o peso e aumentar a qualidade de vida, comecei a me jogar mais na cozinha e a testar novos jeitos de fazer pratos gostosos e saudáveis. E como o blog anda meio parado, nada mais justo do que vir aqui tirar as teias de aranha com essa receita de quiche integral que adaptei por conta própria com ajuda de uma miga. A foto foi tão bem recebida no meu Twitter e tão comentada nos meus stories no Instagram, que tive que aproveitar a oportunidade pra compartilhar por aqui com todo mundo que pediu a receita. Mas chega de enrolação e vamos logo ao que interessa né?

POR: Paulo Rezende

Sabe aqueles ditados que sua mãe sempre repetia e você nunca prestava muita atenção? Pois então, uma hora esses simpáticos ~avisos~ que sempre ignoramos vêm chutar a gente bem no meio da bunda e percebemos que realmente, às vezes, o barato pode sair muito caro. Felizmente no meu caso a parte cara não pesou no bolso, afinal de contas, quem de nós adoradores de uma compra parcelada em 12x sem juros tá podendo arcar com mais prejuízo nessa vida?

Na verdade o que tem ficado bastante prejudicada no último mês é a minha saúde mental e o autocontrole pra não fazer um saboroso barraco virtual que deixaria até Tulla Luana chocada. Pensando em evitar a fadiga de escrever uns textão no facebook e também em poupar meus amigos de redes sociais, tive a ideia de compartilhar o meu first world problem no blog. Desse jeito, lê quem quiser e no caso de alguém cair de paraquedas nesse post ao buscar boas referências da loja, já vai ficar sabendo logo de cara como é a dor de cabeça burocrática do processo de troca na loja online da Centauro. É bom que daí já dá pra se preparar pras cenas de novela que você vai protagonizar. Vamo lá?

POR: Paulo Rezende

Seja como fonte de inspiração, admiração ou por puro entretenimento, não tem como negar que seguir o trabalho de diferentes ilustradores e ilustradoras é uma das melhores coisas que você pode fazer com sua preciosa internet. Eu adoro e sigo vários! Ilustração é um assunto que não só me entretém muito, como também me inspira e me faz querer ser um profissional melhor. Mesmo que eu não trabalhe diretamente com desenho, acompanhar o trabalho dessas pessoas talentosíssimas me desperta um desejo de fazer o meu melhor no meu próprio nicho profissional. Estranho né? Hahahaha.

E foi pensando em compartilhar todos esses sentimentos com você, querido leitor lindo e maravilhoso que vem aqui me ler, que tive a ideia de fazer um compiladão das minhas 4 ilustradoras (sim, só mocinhas) favoritas do momento. São 4 artistas pelas quais me encantei de imediato com a qualidade de seus trabalhos. Decidi listar só meninas dessa vez porque além de eu me identificar muito mais com o trabalho das moças, homem não presta pra nada né nom? Tá, talvez eu esteja brincando. Mas a questão é que acredito que as mulheres desse mundão merecem sim serem exaltadas e colocadas em pedestais. E se forem mega talentosas em qualquer que seja o artístico então, vixe, já pode ter certeza que estarei separando todo meu materialzinho pra contruir um altar pra essas lindas.

POR: Paulo Rezende

Setenta e cinco anos é o tempo que demorou pra esse filme sair. Na verdade, há exatos 75 anos uma das personagens mais icônicas e importantes no mundo dos quadrinhos era introduzida ao público. E, depois de várias tentativas de adaptar sua história para séries e filmes de TV, finalmente temos o prazer de ver a Mulher-Maravilha arrebentando nas telonas do cinema. E olha, vou te contar: em um mundo cheio de filmes supérfluos e repletos de heróis ultra saturados como os Homens-Aranha, Batmans e Super Homens da vida, é realmente muito incrível ver que o universo cinematográfico da DC finalmente tenha se encontrado ao colocar uma personagem feminina como destaque de um longa. Em um meio hiper masculino, onde reinam os homens bombados e donzelas sensuais e indefesas, é justamente uma mulher que chega pra salvar esse gênero de filmes do buraco. E isso é simplesmente incrível!

O filme é estrelado pela maravilhosa Gal Gadot e dirigido por Patty Jenkins, outra moça super talentosa envolvida nesse projeto mega empoderado. Nele, acompanhamos a história da origem de Diana Prince (a.k.a. a Mulher-Maravilha), a heroína que nasceu e cresceu como a princesa da ilha de Themyscira. O lugar é um paraíso isolado do mundo dos homens, criado por antigos Deuses gregos. Lá vive um grupo super diversificado de guerreiras Amazonas superumanas, criando assim um universo mergulhado numa inegável vibe de Xena a Princesa Guerreira que eu tanto amo.

Tudo isso muda e passa a ser ameaçado com a chegada de um piloto que cai na ilha devido a um misterioso acidente de avião. Seria essa uma indireta pra sugerir que homem só serve pra estragar tudo? Não sei, fica a seu critério decidir depois de assistir ao filme todo. Hahahaha!

POR: Paulo Rezende

Lá estava eu, uma semana antes da aguardada pré-estréia de um dos filmes mais esperados do ano por esse aqui que vos escreve. Rezando pro limite do cartão de crédito ainda não ter estourado (rs, quem nunca?), consegui garantir meu lugarzinho pra ver toda a gritaria e dedo no cu que Alien: Covenant vinha prometendo com seus trailers e divulgações promocionais. Veja bem, os filmes de Alien (em sua maioria) são de longe os meus favoritos do gênero de ficção científica, e as tentativas de não criar muitas expectativas em cima de mais um filme da saga foram inúteis. Eu podia simplesmente gritar de alegria quando chegou a hora de sentar e assistir. Podia, mas não foi muito bem o que rolou.

O filme é uma sequência do meu queridinho e confuso Prometheus, que por sua vez é antecessor do classicão Alien de 1989. Covenant dá nome à nave espacial central da história, e acompanha sua tripulação em uma expedição interplanetária com o objetivo de colonizar com vida humana um novo planeta. No meio do caminho, antes de encontrarem o seu destino final, eles acabam esbarrando em outro planeta com condições de vida ainda melhores. É aqui que a coisa começa a piorar para a tripulação e para os fãs que acompanham a telona com as mãos sujas de pipoca.

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